Como olhar o mundo? O cotidiano? O outro? Eu mesmo?

São perguntas para muitas respostas ou até para resposta alguma. Talvez estar aberto à experiência que estas perguntas carregam em si, seja um desafio a ser praticado diariamente.

Pensar na inserção da arte da fotografia no contexto da educação é buscar um percurso que visa o aprimoramento do sensível. Nas ações fotográficas, este olhar se torna presente quando o ato criativo está a serviço da expressão do indivíduo como ser único e como coletivo. Passar do estado onde os acontecimentos são meramente contemplativos e o olhar é anestesiado, para a expressão das sensações, para um olhar transformador e crítico da própria existência.

Inspirado no ensaio Retratos Falantes, do fotógrafo Paulo Fridman, que, por meio da fotografia, propõe um espaço para dar voz à pensamentos, conflitos, ideias e sonhos de pessoas anônimas, cada jovem foi convidado a responder uma das perguntas: Qual meu sonho? Quem sou eu? e depois foi fotografado. As fotografias foram reveladas e entregues para que eles transcrevessem suas respostas no seu autorretrato.

A arte é uma ferramenta extremamente potente para refletir sobre a consciência da importância da sensibilização por meio da experiência, desenvolvendo nos jovens sua percepção do olhar, do sentir, do expressar, do experimentar, do ser, do trocar, do jogar e do criar, enriquecendo seu repertório cultural, e, principalmente, seu repertório humano, onde o próprio jovem começa a reconhecer, nele mesmo, o espaço poético do artista e seu protagonismo, deixando de ser um mero reprodutor de informação para ser o autor de suas próprias escolhas.​

 

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